segunda-feira, 29 de abril de 2013

Verificação de leitura, o terror do século

Posted by Luis Queiroz On 19:46 No comments



É uma dádiva e benção ter português como uma de suas matérias favoritas, claro que nem sempre é a mais legal, mas com objetivos de demonstrar a língua, escrita, leitura e afins fez me tornar seu amante.
Sim! Sou um amante da literatura e de suas tão excêntricas obras e por estes e outros motivos que inicio este artigo. Enfim, agora que já esta esclarecida a morte da bezerra vamos dando introdução ao texto.

Em um bimestre um tanto conturbado, para um novo aluno de uma nova escola, se adequar aos bem recentes métodos é complicado, sentir como cada matéria agi por si só, interferindo na vida intra escolar.
Português não foi diferente, mas a minha parte predileta da matéria foi deixada para traz. A gramática bruta, aquela que muitos prezam a decorar, e começamos, então, a estudar gírias e gêneros literários.
Não deixaram de ser interessantes, mas é possível aguentar isto? Já que escrever um texto da mesma forma como é falado nos becos e esquinas das ruas não parece fortalecer o vocabulário e abrangia apenas a parte gramatical da matéria, foi cabível entrar na literatura, a doce literatura.


E claro, como minha área preferida, chegamos ao ponto principal e central desta escrita. Um terror para muitos, uma assombração para outros e para ninguém: uma felicidade. A menos claro que tenha lido o livro de forma tão restrita e direta que o vocabulário diferente e inibido não o contenha, esta é a chamada "Verificação de Leitura".
Tal reconhecida verificação foi contextualizada para minha turma como uma prova oral, o que a torna muito mais difícil para escritores e não comunicadores. O livro requerido foi: O cavaleiro inexistente de Ítalo Calvino.


Neste "atividade", nós alunos fomos postos a beira de um abismo, prontos para cair e satisfazer a graça dos que tão atentos estavam, com perguntas objetivas para cada um, era possível ver uma enxurrada de notas ruins e boas descendo pelas paredes. Como outro tema deste artigo é argumentar sobre o livro gostaria de parabenizar postumamente Ítalo Calvino. Eu realmente passei a adorar histórias que usam cavaleiros após ler o livro Carta ao Rei - Tonke Dragt, cuja resenha poderá ser encontrada facilmente na internet (e quem sabe não entre no meu blog literário sem querer), fico realmente feliz em poder ler este livro, mesmo obrigatoriamente, e recomendo para aqueles que não tem mais livros que ler, o que parece ser impossível, esta leitura tão doce, agradável e principalmente: curta.

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