domingo, 28 de abril de 2013

A administração em uma família.

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  A família é realmente um conceito social e cultural muito antigo, um núcleo de convivência, onde os laços de sangue ou certos níveis de afeto são os requisitos mínimos para se entrar em tal grupo. Mesmo com tudo isso, o que tem a ver Administração e uma família?
     Existe um conceito na administração, chamado organização, na qual duas ou mais pessoas trabalham juntas e de modo estruturado para alcançar um objetivo especifico ou um conjunto de objetivos. Este conceito, mesmo sendo uma parte essencial da ciência da administração, aplica-se fortemente ao núcleo familiar, pois, além de se encaixar perfeitamente com ele, a família ainda necessita fortemente das técnicas em que se usa em uma empresa, tais como: Gestão estratégica, planejamento, gestão de projetos, gestão de processos, atividades, economia e tudo mais...
     Como visto pouco antes, uma organização teria um objetivo especifico (ou um conjunto de), então, qual seria o objetivo desse grupo?
    Pouco tempo atrás, ouvi falar que seria “ser feliz”, algo bastante filosófico e muito difícil de ser explorado, pois o que é ser feliz? Para alguns, ter dinheiro, para outros, comprar sua própria casa, e para todos, viver com estabilidade, e, francamente, cada vez que exploramos, a administração se torna mais útil nesse processo:
   Se tomarmos como exemplo a família e aplicar o conceito básico das funções de um administrador (Planejar, organizar, dirigir e controlar) terá como vê-los com clareza
   No processo de planejar, definimos o objetivo e os métodos que a organização terá. Por exemplo: A organização “ família” tem como objetivo ter estabilidade no plano financeiro, portanto criara métodos, dentro do possível, para alcançar este objetivo, como o ato de trabalhar, para a obtenção de tal capital.
   Já no processo de organizar, temos a organização dos recursos humanos (no caso, quem pode trabalhar quem está apto e explorar tal aptidão) e materiais (acho certo uma empresa para trabalhar, só para ter um comparativo). Nisso também se encaixa o agrupamento de todas as outras atividades e a definição de autoridade de cada setor administrativo, tais como o gestor do departamento financeiro, quem controla o capital que entra ( o pai trabalha e a mãe administra quanto de dinheiro vai pro lugar x, por exemplo).
   Quanto a dirigir, trata-se de transmitir os planos aos subordinados, como a ajuda que algum dos filhos pode proporcionar, seja financeira ou para “cuidar da casa”. Mas vendo num ângulo geral, trata-se de dar uma função a cada individuo integrante do grupo. Como quando sua mãe lhe diz para lavar a louça, caro subordinado.
    E a função de controle é a ultima, mas não menos importante: ela é a verificação da execução de acordo com os padrões da empresa. Dando o exemplo mais logico seria quando o capital que entra não é o suficiente para suprir os requisitos da casa e sua mãe briga com seu pai para mudar de emprego, pois ela não quer um padrão de vida baixo, devido aos suas necessidades.
    Mas e os filhos? Eles são simples subordinados? Não vejo dessa forma. Os filhos podem sim ser parte subordinados, mas também são investimentos, pois se paga muito por eles (alimentação, escola, transporte), de onde o casal espera um retorno, seja ele monetário como de própria satisfação. É possível também vê-los como franquias, onde se aprende com a empresa sede (casal) para depois virarem marcas independentes e terem seus próprios franquiados. Quanto aos mais velhos, a aposentadoria lhe rende um lucro de uma empresa gerida por outros, o INSS.

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